Mulher anjo, mulher menina, mulher gente, mulher demônio, mulher mulher.
Assim é essa mulher que não odeia mas pode não amar.
Assim é essa mulher que ama mas pode esquecer esse amor.
Assim é essa mulher que se indigna mas não se recente.
Assim é essa mulher que não se satisfaz mas se resigna.
Assim é essa mulher que muito quer mas não sofre se pouco tem.
Assim é essa mulher que traz marcas de dores sofrida mas não perde o sorriso fácil que a todos quer encantar.
Encantar no sentido de enfeitiçar mas seu feitiço é uma pequena mágica, um parco truque que logo um feitiço maior leva os enfeitiçados e ela guarda o sorriso e chora. Mas quem liga se seu choro enfeia sua face?
Quem liga se suas dores guardadas às vezes voltam a doer? Ela aprendeu a sorrir para todos e chorar sozinha. Às vezes grita mas quem está disposto a escutar? Quem estar disposto a salvá-la. Que seja ela sua própria heroína. Que não espere um príncipe montado em seu cavalo branco. Esperar não, mas sonhar, desejar, querer sim. Mas eles não existem e se existem já salvaram e resgataram outras mocinhas e assim a moça terá mesmo que caminhar sozinha até onde se pode ir quando não se tem uma direção a seguir.
Essa mulher sabe o que quer, não sabe o que quer, deixou de querer o que quer. Pode-se viver sem algo querer? Tem que poder.
Vanna
Um divertido fim de semana para todos.
quarta-feira, 30 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Susto passageiro.
Digitei o endereço do blog e dei de cara com uma mensagem dizendo que ele havia sido excluído. Não fiquei com raiva, fiquei triste. Quem e por quê faria isso? Sem um motivo, sem uma explicação, sem um aviso, não poderia ser. Ainda bem que passou e ele está de volta sem nunca ter ido. Aliás, esta anda sendo eu. Vou sem ir, volto sem ter ido, fico em movimentos de vai e vem. Não, não me sinto perdida, a impressão é a de que a vida está perdendo o sabor, não a razão. Pode? Ah, o que vem de dentro de nós pode tudo pois só quando temos mesmo a necessidade de nos enquadrarmos é que não nos pertimos essa confusão de sentimentos.
Não está sendo um momento ruim, pelo contrário, é apenas um momento bom de situações diferentes e me deixo apenas aproveitá-los sem pensar no que virá, como virá e se mudará.
Amigos, tenho entrado e saído da net com muita rapidez, por isso a ausência nos blogs que tanto gosto e aprecio, mas assim que as coisas se "aprumarem" (como dizia um amigo), volto rápido para vocês.
Grande abraço, um ótimo fim de semana.
Este trem está me levando e eu chegarei.
http://www.youtube.com/watch?v=tSddCrJJP7Y
Amigo, obrigada, fazia tempo que não ouvia esta música.
Não está sendo um momento ruim, pelo contrário, é apenas um momento bom de situações diferentes e me deixo apenas aproveitá-los sem pensar no que virá, como virá e se mudará.
Amigos, tenho entrado e saído da net com muita rapidez, por isso a ausência nos blogs que tanto gosto e aprecio, mas assim que as coisas se "aprumarem" (como dizia um amigo), volto rápido para vocês.
Grande abraço, um ótimo fim de semana.
Este trem está me levando e eu chegarei.
http://www.youtube.com/watch?v=tSddCrJJP7Y
Amigo, obrigada, fazia tempo que não ouvia esta música.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Recomeçar, desistir jamais.
O primeiro dia em que se acorda só sente-se mais cansada que sozinha. Cansada porque sofrer nos tira a energia, nos esgota física tanto quanto emocionalmente.
A sensação de que falhou lhe toma o pensamento e começa a se cobrar se talvez não deveria ter tido uma expectativa menor em relação ao outro, se talvez fosse menos doloroso não querer tanto e aceitar o que lhe cabia naquele latifúndio.
Dias se passaram, tantos que se transformaram em meses e quando o ano seria novo, uma voz dentro dela que nunca se calara mas que ela não conseguia ouvir pois seus gritos de dor, culpa, vergonha eram intensos disse algo que acalmou sua alma e a fez sair de si e ver de longe aquela em quem havia se transformado e a pensar se era assim que queria permanecer até a morte, que nunca se sabe a hora de sua chegada.
Dele, o que sabia? Somente que sua vida seguia como antes, talvez melhor pois seus ouvidos já não precisavam ouvir choros, lamentos, cobranças, reclamações e assim, tudo era para ele um continuar deixando para trás o que não fazia questão de levar junto já que o que lhe era realmente caro nunca lhe fora tirado. Ela até quis dar a ele uma “lição” tornando seus tesouros inacessíveis, mas sua alma gentil sabia que a dor não seria somente sua e assim deixou que suas vidas fossem as mesmas enquanto da sua própria cuidava de mudar, de melhorar.
Foram tempos em que a euforia do eu posso, eu quero, eu preciso, não posso deixar de fazer, de ter, tomou conta de seu cardápio de felicidade e sem restrição alimentar, teve seu paladar prejudicado mas inteligente que é, percebeu que não era preciso ir com tanta sede ao pote , que sua vida não precisava sair dos trilhos, que se esconder atrás de muita diversão não nos libera da dor da solidão.
Aprendeu que arrumar a bagunça interna é preciso vir primeiro. Leva um tempo, nem fica tão arrumada assim, mas já é possível viver sabendo que lá fora o mundo é uma selva, mas aqui dentro estamos seguros, então, pode-se ir e quando voltar tudo estará bem. É deixar a vida seguir e seja o que Deus quiser.
A vida segue seu fluxo e além do que Deus quiser, há de ser também o que for capaz de buscar e aceitar.
Buscas, sensatez, insensatez, euforia, descobertas e encontros. Num desses, depois de umas mentiras sinceras, descobre-se apaixonada, a seguir amando e muitas lágrimas e desencontros depois novamente sozinha. Ao novamente se perguntando por quê?
A diferença é que era mais forte que da primeira vez e estar só não lhe tirava as forças, apenas a deixava triste. Estar triste era normal. Ser normal é o que acreditava ser preciso ser.
Começava a decidir algumas coisas e uma delas era: Seu coração não seria mais de ninguém. Ao outro daria somente seu tempo, seu calor, seu sorriso, seu cuidado, sua aceitação e sua conformação. Adotaria o lema:Se não for ruim já tá bom.
Assim foi por um bom tempo e quando se viu só outra vez, percebeu que a desconsideração lhe doeu mais que o abandono.
Não precisou recomeçar, não havia necessidade de se reconstruir, apenas viver o que tempos atrás não podia pois alguns prazeres na vida custam dinheiro e hoje este já não é mais sua dificuldade. Agora, moderadamente, apenas pelo prazer, sem a euforia, a necessidade de fugir, de provar que pode mais, família, amigos, cinema, teatro, viagens são seu remédio para viver bem.
Se ainda tem dificuldades? Claro que sim. Aprender a lidar com elas é que a grande sabedoria. Aceitar, resignar-se não é negativo, não fazer da vida uma guerra, escolher as batalhas é que torna a vida mais fácil.
Hoje não acredita mais que o amor virá, mas a cada dia espera da falta dele se livrar. Não é fácil bem sabe, mas melhor que seja assim pois o tempo que passa nos obriga a buscar novas fontes de energia, pois do contrário, viver passa a ser uma contagem de dias que faltam para a morte chegar e isso ela não quer.
Amigos, desculpem a ausência, em fase de organização. Grande beijo e até daqui a pouco.
A sensação de que falhou lhe toma o pensamento e começa a se cobrar se talvez não deveria ter tido uma expectativa menor em relação ao outro, se talvez fosse menos doloroso não querer tanto e aceitar o que lhe cabia naquele latifúndio.
Dias se passaram, tantos que se transformaram em meses e quando o ano seria novo, uma voz dentro dela que nunca se calara mas que ela não conseguia ouvir pois seus gritos de dor, culpa, vergonha eram intensos disse algo que acalmou sua alma e a fez sair de si e ver de longe aquela em quem havia se transformado e a pensar se era assim que queria permanecer até a morte, que nunca se sabe a hora de sua chegada.
Dele, o que sabia? Somente que sua vida seguia como antes, talvez melhor pois seus ouvidos já não precisavam ouvir choros, lamentos, cobranças, reclamações e assim, tudo era para ele um continuar deixando para trás o que não fazia questão de levar junto já que o que lhe era realmente caro nunca lhe fora tirado. Ela até quis dar a ele uma “lição” tornando seus tesouros inacessíveis, mas sua alma gentil sabia que a dor não seria somente sua e assim deixou que suas vidas fossem as mesmas enquanto da sua própria cuidava de mudar, de melhorar.
Foram tempos em que a euforia do eu posso, eu quero, eu preciso, não posso deixar de fazer, de ter, tomou conta de seu cardápio de felicidade e sem restrição alimentar, teve seu paladar prejudicado mas inteligente que é, percebeu que não era preciso ir com tanta sede ao pote , que sua vida não precisava sair dos trilhos, que se esconder atrás de muita diversão não nos libera da dor da solidão.
Aprendeu que arrumar a bagunça interna é preciso vir primeiro. Leva um tempo, nem fica tão arrumada assim, mas já é possível viver sabendo que lá fora o mundo é uma selva, mas aqui dentro estamos seguros, então, pode-se ir e quando voltar tudo estará bem. É deixar a vida seguir e seja o que Deus quiser.
A vida segue seu fluxo e além do que Deus quiser, há de ser também o que for capaz de buscar e aceitar.
Buscas, sensatez, insensatez, euforia, descobertas e encontros. Num desses, depois de umas mentiras sinceras, descobre-se apaixonada, a seguir amando e muitas lágrimas e desencontros depois novamente sozinha. Ao novamente se perguntando por quê?
A diferença é que era mais forte que da primeira vez e estar só não lhe tirava as forças, apenas a deixava triste. Estar triste era normal. Ser normal é o que acreditava ser preciso ser.
Começava a decidir algumas coisas e uma delas era: Seu coração não seria mais de ninguém. Ao outro daria somente seu tempo, seu calor, seu sorriso, seu cuidado, sua aceitação e sua conformação. Adotaria o lema:Se não for ruim já tá bom.
Assim foi por um bom tempo e quando se viu só outra vez, percebeu que a desconsideração lhe doeu mais que o abandono.
Não precisou recomeçar, não havia necessidade de se reconstruir, apenas viver o que tempos atrás não podia pois alguns prazeres na vida custam dinheiro e hoje este já não é mais sua dificuldade. Agora, moderadamente, apenas pelo prazer, sem a euforia, a necessidade de fugir, de provar que pode mais, família, amigos, cinema, teatro, viagens são seu remédio para viver bem.
Se ainda tem dificuldades? Claro que sim. Aprender a lidar com elas é que a grande sabedoria. Aceitar, resignar-se não é negativo, não fazer da vida uma guerra, escolher as batalhas é que torna a vida mais fácil.
Hoje não acredita mais que o amor virá, mas a cada dia espera da falta dele se livrar. Não é fácil bem sabe, mas melhor que seja assim pois o tempo que passa nos obriga a buscar novas fontes de energia, pois do contrário, viver passa a ser uma contagem de dias que faltam para a morte chegar e isso ela não quer.
Amigos, desculpem a ausência, em fase de organização. Grande beijo e até daqui a pouco.
sábado, 4 de dezembro de 2010
2011, um novo ano de novo. O que terá ele de novo?
Dizem que depende de nós fazermos novas todas as coisas. Dizem? Ou li em algum lugar e estou misturando as coisas? Bom, seja como for, é melhor tomarmos para nós a responsabilidade de fazer novo o ano novo, fazer de novo mas de uma maneira nova e acreditar que serão novos os resultados.
É hora de fazer acontecer os sonhos de outrora, de sonhar sonhos novos que sejam mais adequados à nossa realidade atual.
É hora de recomeçar, de refazer, de requerer, reconstruir, de ser quem é ou quem quer ser.
É hora de esquecer o que passou, o que não aconteceu como se esperava.
É hora de ser feliz com as pequenas conquistas, de se alegrar com a felicidade dos outros e se invejá-los, não sofra, faça sua parte para que a felicidade vá até você.
Esta pode ser mais uma receita, mas desprezar estes ingredientes talvez não seja a melhor saída.
Grande abraço, que o Natal seja de paz e o fim de ano de muita festa e comemoração mesmo que tristezas tenham nos alcançado durante o ano.
A todos nós, um abençoado ano de 2011.
Como estou em fechamento de bimestre e só entro de férias no dia 20/12 e depois estarei criando condições para que esta receita se transforme num bolo delicioso de prazer e felicidade. Assim, só voltarei a postar em 6 de janeiro.
É hora de fazer acontecer os sonhos de outrora, de sonhar sonhos novos que sejam mais adequados à nossa realidade atual.
É hora de recomeçar, de refazer, de requerer, reconstruir, de ser quem é ou quem quer ser.
É hora de esquecer o que passou, o que não aconteceu como se esperava.
É hora de ser feliz com as pequenas conquistas, de se alegrar com a felicidade dos outros e se invejá-los, não sofra, faça sua parte para que a felicidade vá até você.
Esta pode ser mais uma receita, mas desprezar estes ingredientes talvez não seja a melhor saída.
Grande abraço, que o Natal seja de paz e o fim de ano de muita festa e comemoração mesmo que tristezas tenham nos alcançado durante o ano.
A todos nós, um abençoado ano de 2011.
Como estou em fechamento de bimestre e só entro de férias no dia 20/12 e depois estarei criando condições para que esta receita se transforme num bolo delicioso de prazer e felicidade. Assim, só voltarei a postar em 6 de janeiro.
sábado, 20 de novembro de 2010
Quando o sonho vira realiadade e não é bom.
Se casaram.
O amor os deve ter levado a isso. Foram anos desde que se conheceram até o dia em que disseram o sim ao “eu quero unir minha vida a tua,
quero construir com você um lar, dividir meus sonhos, compartilhar meu sucesso, criar os filhos que teremos, enfim, ser e te fazer feliz.”
Antes disso, cada um tinha seus projetos e planos individuais, mas suas vidas estavam entrelaçadas pelos desejos que os jovens têm de amar e serem amados.
E é esse sentimento que justifica precisarem ter um lugar para ir ao encontro do outro para receber o abraço que não dá mais para esperar o fim de semana,
para receber o carinho que é urgente. É o mesmo sentimento que os leva a precisar de uma casa para chamar de lar.
Assim se faz, se casam.
Começa o projeto casamento.
Listas de fazeres, listas de compras, listas de pagamentos, listas de convidados, tantas outras que ocupam o tempo que precisa ser dividido entre o trabalho,
a família, os amigos e o amor.
Chega o dia.
Tudo preparado.
Sairá tudo como planejado?
Haverá imprevistos?
Tensão, é preciso relaxar. Vai acontecer e pronto.
Cerimônia, convidados, festa, música, dança, felicidade e a sensação de recomeço, não, novo começo. É preciso pensar que é tudo novo.
São novas as responsabilidades e o amor é irresponsável. Ele quer seu bem-querer somente com ele. Como entender que a vida continua a mesma,
se ele, o amor, a quer diferente, ou seja, como ela era antes do derradeiro sim.
Diga adeus aos velhos hábitos, gire seu relógio em minha direção, não queira mais nada que não faça parte de mim, o amor.
Ah, o amor. Dizem para ele não ser egoísta, não ter inveja e muito menos se ressentir, mas ele não entende isso e começa a reclamar do que antes era tão fácil aceitar, tão possível deixar para lá, começa a achar que está sendo esquecido, não entende que o lar é o porto seguro, é onde se volta para repor energias, brincar de esquecer que a vida lá fora é uma selva e só se quer o carinho e o sorriso do amor que esperava o fim de semana, que ouvia os lamentos, que compreendia pequenos deslizes.
Se se volta para o lar que começa a virar casa, começam os questionamentos, as dúvidas, os desleixos de lá e de cá e quando se vê, se não houver maturidade emocional, que já há rachaduras aqui e ali e o tempo dispara e nada vai valendo a pena e tudo que era futuro, nubla, apaga, some e o passado feliz não é suficiente para evitar o fim.
E o fim acontece ...
Grande abraço e uma nova semana de paz e sossego.
O amor os deve ter levado a isso. Foram anos desde que se conheceram até o dia em que disseram o sim ao “eu quero unir minha vida a tua,
quero construir com você um lar, dividir meus sonhos, compartilhar meu sucesso, criar os filhos que teremos, enfim, ser e te fazer feliz.”
Antes disso, cada um tinha seus projetos e planos individuais, mas suas vidas estavam entrelaçadas pelos desejos que os jovens têm de amar e serem amados.
E é esse sentimento que justifica precisarem ter um lugar para ir ao encontro do outro para receber o abraço que não dá mais para esperar o fim de semana,
para receber o carinho que é urgente. É o mesmo sentimento que os leva a precisar de uma casa para chamar de lar.
Assim se faz, se casam.
Começa o projeto casamento.
Listas de fazeres, listas de compras, listas de pagamentos, listas de convidados, tantas outras que ocupam o tempo que precisa ser dividido entre o trabalho,
a família, os amigos e o amor.
Chega o dia.
Tudo preparado.
Sairá tudo como planejado?
Haverá imprevistos?
Tensão, é preciso relaxar. Vai acontecer e pronto.
Cerimônia, convidados, festa, música, dança, felicidade e a sensação de recomeço, não, novo começo. É preciso pensar que é tudo novo.
São novas as responsabilidades e o amor é irresponsável. Ele quer seu bem-querer somente com ele. Como entender que a vida continua a mesma,
se ele, o amor, a quer diferente, ou seja, como ela era antes do derradeiro sim.
Diga adeus aos velhos hábitos, gire seu relógio em minha direção, não queira mais nada que não faça parte de mim, o amor.
Ah, o amor. Dizem para ele não ser egoísta, não ter inveja e muito menos se ressentir, mas ele não entende isso e começa a reclamar do que antes era tão fácil aceitar, tão possível deixar para lá, começa a achar que está sendo esquecido, não entende que o lar é o porto seguro, é onde se volta para repor energias, brincar de esquecer que a vida lá fora é uma selva e só se quer o carinho e o sorriso do amor que esperava o fim de semana, que ouvia os lamentos, que compreendia pequenos deslizes.
Se se volta para o lar que começa a virar casa, começam os questionamentos, as dúvidas, os desleixos de lá e de cá e quando se vê, se não houver maturidade emocional, que já há rachaduras aqui e ali e o tempo dispara e nada vai valendo a pena e tudo que era futuro, nubla, apaga, some e o passado feliz não é suficiente para evitar o fim.
E o fim acontece ...
Grande abraço e uma nova semana de paz e sossego.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Simples assim
A vida é simples, siga cada passo e você vai viver bem; brinque quando for criança. respeite os mas velhos ,obedeça seus pais, estude , seja esforçado, pratique esportes, depois saia e encontre alguém legal, namore namore, namore, apaixone-se, trabalhe, trabalhe, sempre respeitando os outros. Trabalhe mas um pouco case-se, forme uma familha, tenha filhos, ensineos o que você aprendeu. Trabalhe mais um pouco, aprenda a se acustumar com as coisas ao seu redor e com as mudanças que ocorrem na sua jornada de vida. Envelheça de corpo não de espírito, tenha netos ajude seu filhos a ensiná-los o que vc ensinou-lhes, paparique seus netos sem estragá-los para o futuro. Aprenda a suportar a dor de perder aguém, seja forte e no final de tudo deixe sua lembrança forte na memória daqueles que você amou pois afinal você viveu a vida e fez valer a pena .
Li isso no perfil de um amigo de orkut. Simples assim é a vida. Claro que não se leva aqui em conta que quando o outro não vê com muita simplicidade a vida, torna-se difícil a convivência e é preciso saber em que momento o "correto" é deixar de lado e esperar que seu momento de perceber suas falhas chegue. E se não chegar, não se culpe. Cada um é cada um.
Grande beijo e um fim de semana divertido e de paz e bem.
Li isso no perfil de um amigo de orkut. Simples assim é a vida. Claro que não se leva aqui em conta que quando o outro não vê com muita simplicidade a vida, torna-se difícil a convivência e é preciso saber em que momento o "correto" é deixar de lado e esperar que seu momento de perceber suas falhas chegue. E se não chegar, não se culpe. Cada um é cada um.
Grande beijo e um fim de semana divertido e de paz e bem.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Estou criando filhos, já plantei uma árvore, posso escrever um livro?
As palavras sempre foram minhas amigas. Era com elas que me defendia, me escondia, me gabava, batia, magoava (quase sempre intencionalmente), elas sempre foram minhas aliadas pois nunca fui muito boa com a força física. Em duas ocasiões apenas lembro de ter tentado bater sem ser com as palavras, numa me apaixonei pelo agressor agredido (era bem menina), noutra passei a ser a melhor amiga da menina agredida e agressora e essa "briga" foi num tempo em que professores não temiam ser agredidos nem com palavras nem fisicamente e a minha tomou a decisão de nos por de costas uma para a outra e bater nossas nucas para que aprendêssemos a não "maltratar a coleguinha". Aprendemos, não ficamos traumatizadas, não levamos nossas mães à escola para "baixar o barraco". Não sei dessa minha amiguinha, mas isso não me impediu em nada de continuar a estudar, aprender, querer ser, sonhar em ser, fazer acontecer. Nessa época, atitudes serviam para educar, doutrinar, ensinar a ser, não havia estudiosos traumatizados querendo "inventar" que ações assim, humilhavam e constrangiam. Hoje isso acontece, mas por que muitos pais e mães não se prepararam emocionalmente para a função e quiseram inovar sem avaliar quais poderiam ser os resultados e assim a coisa ficou como muitos já sabem: Os reprimidos liberaram demais e a situação saiu do controle é preciso um olhar para trás e recomeço.
Minhas dificuldades tiveram outras raizes e "atuaram" em pontos diferentes.
Sendo as palavras minhas armas, a novidade é que fui convidada para escrever um romance. Sempre pensei nisso, mas nunca acreditei ser possível porque ficava pensando como uma pessoa consegue dar vida à paginas e mais páginas em branco, torná-las confidentes, fazê-las gritar aos leitores uma história que do lado de fora foi vivida dia a dia, foi sofrida, mas com o passar das páginas foi resolvida e depois da solução a vida seguiu. E fica sempre a pergunta: para onde foram as personagens, que outras histórias estão vivendo? Será que me viciarei e a partir deste se consigo fazer não pararei mais pois histórias estão sempre acontecendo. Aliás, já imaginei o livro que conta a história de como uma foto única criou uma nova história, mas isso é realmente uma outra história.
Grande abraço, uma semana maravilhosa e um respeitoso feriado.
Minhas dificuldades tiveram outras raizes e "atuaram" em pontos diferentes.
Sendo as palavras minhas armas, a novidade é que fui convidada para escrever um romance. Sempre pensei nisso, mas nunca acreditei ser possível porque ficava pensando como uma pessoa consegue dar vida à paginas e mais páginas em branco, torná-las confidentes, fazê-las gritar aos leitores uma história que do lado de fora foi vivida dia a dia, foi sofrida, mas com o passar das páginas foi resolvida e depois da solução a vida seguiu. E fica sempre a pergunta: para onde foram as personagens, que outras histórias estão vivendo? Será que me viciarei e a partir deste se consigo fazer não pararei mais pois histórias estão sempre acontecendo. Aliás, já imaginei o livro que conta a história de como uma foto única criou uma nova história, mas isso é realmente uma outra história.
Grande abraço, uma semana maravilhosa e um respeitoso feriado.
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